Este novo capítulo da saga de Adam está bem mais agitado do que o anterior, mesmo que tão curto quanto uma tirinha de jornal (no que diz respeito a histórias de livros, claro).
Espero que gostem.
Capítulo II
Comentem, votem nas Reações aí embaixo, sei lá, deixem-me saber se estão lendo...
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Poesia - Épico Romântico
Outra de minhas criações que considero ter sido bastante bem sucedida; esta é de 2003, provavelmente.
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No início era um homem só
Meu corpo, tomado pelo pó,
jogado estava sobre o chão frio
deitado, inerte, no colchão vazio
De lá vi a aurora radiante
Meu corpo tomou-se de ansiedade
sentimento de explosiva vontade
de beijar o sol por um instante
Percebi em minha frente, então, o mau vampiro
que trouxe a noite e atacou-me em um suspiro;
vi o inverno congelar o calor do verão
O coração, sem forças, cedeu à maldição
Formaram-se nuvens sobre as montanhas
escondendo o raiar do novo dia
Vieram trovões e escuridão
Padecia meu peito de agonia
Mas vi, então, por trás dos montes
Brilho intenso qual halo santo;
sorriso da divina esperança
Caiu meu coração em teu encanto
Te tenho como o sol que me carrega
para com ele brilhar no infinito
sentimento verdadeiro e tão bonito
paixão ardente e amor que não se nega
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No início era um homem só
Meu corpo, tomado pelo pó,
jogado estava sobre o chão frio
deitado, inerte, no colchão vazio
De lá vi a aurora radiante
Meu corpo tomou-se de ansiedade
sentimento de explosiva vontade
de beijar o sol por um instante
Percebi em minha frente, então, o mau vampiro
que trouxe a noite e atacou-me em um suspiro;
vi o inverno congelar o calor do verão
O coração, sem forças, cedeu à maldição
Formaram-se nuvens sobre as montanhas
escondendo o raiar do novo dia
Vieram trovões e escuridão
Padecia meu peito de agonia
Mas vi, então, por trás dos montes
Brilho intenso qual halo santo;
sorriso da divina esperança
Caiu meu coração em teu encanto
Te tenho como o sol que me carrega
para com ele brilhar no infinito
sentimento verdadeiro e tão bonito
paixão ardente e amor que não se nega
domingo, 28 de novembro de 2010
Música - Surreal feelings after awakening
Essa música se parece muito com Jota Quest, Skank, Cidadão Quem... essas coisas do pop rock (não pensem em coloridos e emos, porém. Longe disso!) . Eu escrevi em abril de 2002.
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O dia me convida para levantar
Eu fico espreguiçando em cima da cama
Como será que este dia vai estar?
Será que vou falar com alguém que me ama?
Fico pensando logo numa solução
Não acho pensamento algum que me conforte
Preciso achar a cura pro meu coração
Antes que venha a se ferir, mas não que isso importe
A mudança é iminente, preciso pensar
Às vezes, o que é certo pode dar errado
Queria que o mundo pudesse falar
Prá me avisar quando estou equivocado
REFR:
Corro o lápis no papel, pensamento instantâneo
como café matinal - vem fervendo logo cedo
Mas eu não tenho medo, tudo é muito natural
Anatomicamente surreal
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O dia me convida para levantar
Eu fico espreguiçando em cima da cama
Como será que este dia vai estar?
Será que vou falar com alguém que me ama?
Fico pensando logo numa solução
Não acho pensamento algum que me conforte
Preciso achar a cura pro meu coração
Antes que venha a se ferir, mas não que isso importe
A mudança é iminente, preciso pensar
Às vezes, o que é certo pode dar errado
Queria que o mundo pudesse falar
Prá me avisar quando estou equivocado
REFR:
Corro o lápis no papel, pensamento instantâneo
como café matinal - vem fervendo logo cedo
Mas eu não tenho medo, tudo é muito natural
Anatomicamente surreal
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Poesia - Sobre o Mal
Queria cantar sobre espadas que degolam feras
E sobre lendas que vivem por eras
Exaltar heróis da honra e da bravura
Celebrar a fantasia da aventura
Mas no meu meu mundo não há mais heróis
- Se é que houveram num tempo distante -
Nem posso prevê-los surgindo adiante
A vizinhança é especialista em vida alheia
Mas ninguém trará ajuda se o lobo uivar à lua cheia
Veneno na vida dos outros é remédio
Se não traz frescor, ao menos minimiza o tédio
Eu queria ter uma religião
Deus mandou-me visitar a Sua casa
e compartilhar a minha oração
Mas onde entrei as portas se fecharam
Por conta de uma questão
Deixaram Deus de lado pra falar de santo
ou praticam exorcismo e xingam o pai-de-santo
Falam pouco de Jesus, e lembram a todo o tempo do Diabo
Por isso o mal prolifera em cada canto!
Sonhos fazem mal, se ninguém pode aceitá-los
O bem agora é câncer, é tempo de excisá-lo
Veja, o pus da alma vaza pelo ralo
E sobre lendas que vivem por eras
Exaltar heróis da honra e da bravura
Celebrar a fantasia da aventura
Mas no meu meu mundo não há mais heróis
- Se é que houveram num tempo distante -
Nem posso prevê-los surgindo adiante
A vizinhança é especialista em vida alheia
Mas ninguém trará ajuda se o lobo uivar à lua cheia
Veneno na vida dos outros é remédio
Se não traz frescor, ao menos minimiza o tédio
Eu queria ter uma religião
Deus mandou-me visitar a Sua casa
e compartilhar a minha oração
Mas onde entrei as portas se fecharam
Por conta de uma questão
Deixaram Deus de lado pra falar de santo
ou praticam exorcismo e xingam o pai-de-santo
Falam pouco de Jesus, e lembram a todo o tempo do Diabo
Por isso o mal prolifera em cada canto!
Sonhos fazem mal, se ninguém pode aceitá-los
O bem agora é câncer, é tempo de excisá-lo
Veja, o pus da alma vaza pelo ralo
Aquário Virtual
A brincadeira aí ao lado me pareceu algo tão genialmente programado, que não pude deixar de incluir no Blog.
Ao mover o mouse sobre o aquário virtual, os peixes acompanharão o movimento da seta. Clicando no aquário, você pode alimentar os peixes.
É uma coisa meio insana para se fazer, mas eu achei curioso... :)
Ao mover o mouse sobre o aquário virtual, os peixes acompanharão o movimento da seta. Clicando no aquário, você pode alimentar os peixes.
É uma coisa meio insana para se fazer, mas eu achei curioso... :)
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Poesia - Passado de Rimas Pobres
O passado está escrito
Em páginas rasgadas
todavia, guardadas
E quando o vento sopra na estante
Ficam no chão espalhadas
E não há como deter
Pois é triste rever
Mas o temor me compele
Força-me a recolher
Momento doloroso, invasivo, aquele em que passo a ler
Memórias de decepções
tristezas, brigas, desilusões
Momentos infantes ou anciões
Lágrimas ao telefone
Hipérboles em ligações
Será esta a razão
Que me força, aqui sentado
No vício ou preguiça algemado
Negando o dever programado
A compor lamentação?
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Música - Síndrome
Um comentário engraçado a respeito desta: eu compus essa letra em 2000, provavelmente. Ela aparece em um caderno meu como primeiro registro. Daí, tenho uma versão de 2002 que, por alguma razão que eu não consigo lembrar, é diferente no refrão.
Enfim, cheguei à conclusão que, se cantada, essa música poderia ficar legal com ambos os refrões - um colocado como "back" do outro, em alternância, mas só testando eu teria certeza. Abaixo, eu indico o refrão da primeira versão em cor diferente.
A música se parece com uma das baladas românticas do Nickelback.
+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+
Existe um sentimento
Que não há como explicar
Mesmo assim agora eu tento
Prá quem quer se preparar
Começa com uma dor no peito
E depois lhe falta ar
O seu corpo todo quente
Começa a corar
E se você vê de frente
O motivo dessa sensação
dessa angústia diferente
que alguns chamam de paixão
O coração se retorce
Tentando se acalmar
Parece até uma síndrome
Que nada pode curar
(Refr:)
Não sei se é só comigo
Que ocorre desse jeito
Quando penso em alguém
Eu te sinto no meu peito
E não há um só remédio // É dos males o melhor
Que possa solucionar // Quanta sensação de paz
Essa louca sensação // E não há um só remédio
A sensação febril de amar // Para o que o amor lhe faz
Enfim, cheguei à conclusão que, se cantada, essa música poderia ficar legal com ambos os refrões - um colocado como "back" do outro, em alternância, mas só testando eu teria certeza. Abaixo, eu indico o refrão da primeira versão em cor diferente.
A música se parece com uma das baladas românticas do Nickelback.
+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+-+
Existe um sentimento
Que não há como explicar
Mesmo assim agora eu tento
Prá quem quer se preparar
Começa com uma dor no peito
E depois lhe falta ar
O seu corpo todo quente
Começa a corar
E se você vê de frente
O motivo dessa sensação
dessa angústia diferente
que alguns chamam de paixão
O coração se retorce
Tentando se acalmar
Parece até uma síndrome
Que nada pode curar
(Refr:)
Não sei se é só comigo
Que ocorre desse jeito
Quando penso em alguém
Eu te sinto no meu peito
E não há um só remédio // É dos males o melhor
Que possa solucionar // Quanta sensação de paz
Essa louca sensação // E não há um só remédio
A sensação febril de amar // Para o que o amor lhe faz
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