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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Conto - Os Aleatórios (Parte 4)

Um pouco de polêmica sempre torna uma história mais interessante, mesmo que faça exacerbar discussões. Se bem que até mesmo eu me sinto um pouco ofendido com heresias, mesmo quando sou eu que as escrevo. Mas, assim são as histórias: os personagens se tornam seres vivos dentro de nossa imaginação, e nós apenas escrevemos o que eles nos falam ao pé do ouvido.

Leiam com moderação e divirtam-se com mais este capítulo de "Os Aleatórios". Usem os comentários para críticas, elogios, sugestões, etc., se quiserem, mas evitem trollagem, ok? Se não gostarem do que estão lendo, simplesmente não leiam mais, e fica tudo em paz.

Os Aleatórios - Quarta Edição

Até+!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Conto - Os Aleatórios (Parte 3)

Dando continuidade a mais essa história, trago para meus seletos leitores o terceiro capítulo desta série de contos que me surgiu de repente, neste período de férias, e cativou a minha imaginação rapidamente. Estou tentando dar uma regularidade a essa produção, do tipo "terças e quintas", ou pelo menos duas vezes por semana, mesmo que em dias indefinidos. Para quem estiver lendo e gostando, fica o convite para comentarem alguma coisa.

Os Aleatórios - Terceira Edição

Até a próxima!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Conto - Os Aleatórios (Parte 2)

Uma vez que me encontro sem meus manuscritos d' O Livro de Ébano no momento, Os Aleatórios deve ser minha "produção" mais frequente durante as próximas semanas.

A respeito de "Os Aleatórios", aliás, quero retificar algo importante: o arco de histórias que estou publicando - o qual dá início a essa série de mini-contos - deveria ter um nome, o qual não incluí na primeira edição, mas mencionei nesta segunda, a qual publico agora. Para minimizar a gafe, refiz o arquivo da primeira edição, fiz novo upload e alterei o link. De qualquer modo, para quem não tiver vontade de fazer o rapidíssimo download da primeira edição alterada, o título seria o seguinte "Prelúdio Insano".

Com vocês, então, a segunda edição de Os Aleatórios. Boa leitura a todos, e lembrem-se que estou aguardando seus comentários, sugestões, críticas, elogios, etc. Votem nas Reações abaixo, no mínimo, ok?

Os Aleatórios - Segunda Edição

Fui!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Conto - Os Aleatórios (Parte 1)

Eu nunca tive talento para desenhar e, embora já tenha tentado escrever roteiros para histórias em quadrinhos - tendo convidado meu velho amigo Dimitri para a arte, na época - não fui bem sucedido no mundo das HQs, mesmo como amador. Ainda assim, o desejo de escrever alguma coisa semelhante a uma história de super-heróis, ou de anti-heróis, como está há algum tempo na moda, permanece comigo.

Vocês já devem saber o que é uma "tirinha" ou tira de jornal. São aquelas histórias curtas, de três ou quatro, às vezes um ou dois, quadrinhos, normalmente humorísticas, publicadas em impressos. Nos EUA, tiras de heróis clássicos, como 'O Fantasma', 'Superman' e 'Conan', já foram publicadas em jornais, coisa que, até onde eu sei, nunca aconteceu no Brasil. Temos (ou tivemos) apenas 'Mônica', 'Nickel Náusea', 'As Cobras', 'Calvin e Haroldo', 'Recruta Zero', 'Hagar' e coisas do tipo.

Bem, eu não tenho a ambição de publicar tiras de histórias em quadrinhos de ação em algum jornal, até porque, como já expliquei, sou péssimo com desenhos. Mas, resolvi criar o equivalente a isso no ramo da literatura exclusivamente escrita, e o que trago hoje para meus raros leitores é a primeira "tirinha" de "Os Aleatórios", uma saga de suspense sobrenatural que... ah, eu não vou contar, pra não estragar tudo com spoilers. Leia, comente, vote nas reações, e aguarde pela continuidade!

(E fica aqui meu convite, caso alguém se interesse em adaptar a estória para uma versão desenhada, ou iniciar qualquer outro projeto original, eu estou disponível como roteirista! hehehe)

Os Aleatórios - Primeira Edição

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Poesia - Futuro Imperativo Mais-que-Imperfeito

Talvez, o único benefício possível do estresse da rotina seja que, como todas as formas de emoções, sentimentos e vivências, o estresse também é capaz de gerar poesia. Em homenagem às reviravoltas da vida, um poema um tanto atrasado...

Por favor, não deixem de reparar nos "trocadilhos sonoros" antes de julgarem não ter entendido nada!

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Padeceria uma bela manhã
Não te visse o sol se posto
No alto do céu da boca
Secando o suor das nuvens

Sumam as moscas, sumam as marcas
Somem minhas memórias
Somem-se novos números


Planos convexos na mente fora de simetria
Jogando dentro o que não lhe pertence
Jogando fora o que não lhe apetece
Jogando por pura nostalgia


Sem entender os mapas, sem captar os preços
Sem entender o preço que pago
Pelo futuro que mereço


E, agora, eu reconheço que, ao mudar de endereço,
Não é o mesmo que o sonhado
No passado em que adoeço