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quinta-feira, 6 de julho de 2017
Os Sonhos mais Sombrios - Capítulo Três
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Os Sonhos mais Sombrios - Capítulo Dois
Tirou dos olhos a venda e não conseguiu se decidir se chorava ou explodia de raiva. Todos o observavam. As mulheres estavam horrorizadas, os homens enojados, as meninas tinham ânsia de vomitar. Mas os meninos... os meninos riam. Só então Jerry teve certeza: era ira o que estava sentindo. A ira mais profunda de todas.
terça-feira, 4 de julho de 2017
Nova Série - Os Sonhos mais Sombrios
domingo, 2 de abril de 2017
Conto - Anhangá - O Renascer do Espírito da Fúria
Infelizmente, convidei um parceiro que não se interessou pelo projeto e aquilo me desanimou, lançando o script original na "gaveta" de meu HD.
O tempo passou. As redes sociais me apresentaram recentemente projetos de outros brasileiros ousados, que pensam em transformar as velhas lendas do folclore brasileiro em novas histórias de aventura, terror ou mistério. Daí pensei: "Ei, por que não pegar essa onda? Tomar carona da coragem de outros escritores e reinventar o meu projeto?"
O resultado é o que trago hoje:
Anhangá - O Renascer do Espírito da Fúria
Leiam, comentem, votem nas reações! E até a próxima, que pode ser uma continuação, se houver interesse... ;)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
O Conto do Viajante
Trago hoje uma obra que me deu muito prazer escrever, pois consolida meu entendimento sobre as variações de estilos narrativos com os quais consigo trabalhar. Além disso, realiza meu sonho de escrever algo dentro do gênero da Ficção Científica, ainda que não tão "científica" quanto eu apreciaria.
Deixo para os leitores que julguem, espero que com carinho...
O Conto do Viajante (baixe nesse link) é o primeiro de uma certa quantidade de contos que posso vir a escrever sobre o Dueverso, uma realidade paralela onde aventuras espaciais são rotina. Torço para que gere novos frutos tão logo seja possível.
Comentem, compartilhem, deem opinião, galera!
EDIT - 16/07/2018: O amigo Eric M. Souza me alertou sobre o nome que, anteriormente, eu estava utilizando para o universo de histórias que iniciei com esse conto. "Duniverse" é como os fãs da saga "Duna" se referem ao universo dos livros e filme que compõem a saga. Se vertido para o português, ficaria "Duniverso", o que, inconvenientemente, faria parecer que eu, que nem sabia disso, estava imitando o termo. Nunca li ou assisti Duna (mas pretendo corrigir isso, algum dia). Ainda assim, para evitar confusões futuras ou referência cruzada equivocada, eis que agora adoto o termo "Dueverso". O google não achou nada parecido.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Poesia - As alternativas
Lançar um poema ao vento
Pra que carregue pro mar
Que se perca no tempo
e nunca possa voltar
Lançar versos ao fogo
Pra que ninguém possa ler
Que não se saiba de mim
Pelo que outros vão dizer
Deixar rimas sob a terra
Onde descansam em paz
Poetas, loucos, amantes
Por tudo o que amar nos faz
domingo, 13 de julho de 2014
Poesias - Escuro Infinito & Sentido Vago
Escuro Infinito
No mais escuro dia
Onde você não existia
Não havia luz brilhante
Pra me lembrar que houve um dia
Sorrindo como um palhaço
Escondendo meu cansaço
Caminhei pelo asfalto contando cada passo
Feito um zumbi perdendo pedaço a pedaço
Tornando mais longo o caminho pra me fazer de aço
Cheguei ao ciclo do infinito
Sem emitir um grito
Mas por olhar pra trás me vi aflito
E deixei cair o que se fez um mito
Misturei memórias
Confundi histórias
Fingi que havia medalhas de glórias
Sentido Vago
Eu sinto à volta uma casa abandonada
Assombrada por silenciosos fantasmas
Mesmo eles me deixam só
Quando mais quero seu gélido contato
Eu sinto um sonho que não me abandona
Que me alucina em sua repetição
Mas não pode mudar essa ilusão
De respirar, de tentar, de falhar
Eu sinto o olhar como o de um dragão
E o fogo se consome em seu rancor
Mas eu não quero seu tesouro
E já lhe mostrei meu coração
Pra que me poupasse a dor
Eu ouço a esperança me dizer adeus
E me conta o que não quero saber
E insiste em que devo esquecer
E me larga nos braços de Deus
Onde me resta o torpor
Eu vejo a luz dos cometas
Tão distantes de meu chão
E sei que não posso, simplesmente
Implorar-lhes que me deem razão
Ou que me emprestem amor



