Pois é... Rolou bastante água desde minha última postagem... eu até cedi às influências externas (e à minha vontade latente) e voltei a usar o Facebook... que coisa, não?!
Nesses últimos tempos, uma especialização e uma faculdade se somaram para me roubar um bocado de tempo e de empolgação. E isso significa que minha inspiração para escrever também andava em baixa.
Só nas últimas semanas algo mudou: surgiu-me uma nova empolgação, dessas viciantes alterações da minha mente em que eu perco o controle sobre a minha cabeça e só quero pensar em um único assunto. No caso, (res)surgiu-me a mania de colecionar e ler quadrinhos de super-heróis. E foi exatamente a releitura de quadrinhos que eu mantinha guardados em minhas caixas, e a fascinante nova coleção que comecei, que me motivaram a continuar minha árdua tarefa de escritor de horas vagas.
Eis, enfim, a continuação da saga de Cássio Tavares, o Observador do Apocalipse, em "Os Aleatórios".
Os Aleatórios - Décima Primeira Edição
E aqui, para todos os visitantes recém-chegados ao Blog (embora seja algo que os leitores já 'antigos' também possam apreciar), uma edição especial com TODAS as edições até agora publicadas.
Os Aleatórios - Atos 1 e 2
Como sempre, fico aguardando comentários, críticas, dúvidas, sugestões, recados...
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terça-feira, 26 de junho de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Conto - Os Aleatórios (Ato 2, Parte 3)
Cá estou de volta. Eis que mais um episódio da saga "Os Aleatórios" se delineia. Espero que os leitores gostem e, se possível, comentem.
Os Aleatórios - Décima Edição
Abraços!
Os Aleatórios - Décima Edição
Abraços!
domingo, 29 de janeiro de 2012
Poesia - À Deriva
À Deriva
Sigo sozinho no mesmo barco
Sou capitão, marinheiro e timoneiro
Iço as velas, limpo a proa, tomo os remos
Sou pescador, velejador,
corsário, pirata
Sigo só num mar revolto,
sem astrolábio, mapa, bússola,
envolve-me a neblina e não vejo as estrelas
Sigo só e, então, perdido
Num barco fantasma
Em direção à queda do mundo
Sigo só
E o frio aumenta, o vento sopra,
perdem-se as velas, quebram-se os remos
E, lutando contra o mar
Sigo.
Sigo sozinho no mesmo barco
Sou capitão, marinheiro e timoneiro
Iço as velas, limpo a proa, tomo os remos
Sou pescador, velejador,
corsário, pirata
Sigo só num mar revolto,
sem astrolábio, mapa, bússola,
envolve-me a neblina e não vejo as estrelas
Sigo só e, então, perdido
Num barco fantasma
Em direção à queda do mundo
Sigo só
E o frio aumenta, o vento sopra,
perdem-se as velas, quebram-se os remos
E, lutando contra o mar
Sigo.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Poesia - O primeiro de um ano
Recebendo o ano que se inicia com boas vindas, apresento a vocês o primeiro poema de 2012.
Crescentes ondas de negras águas
Nos azulados olhos do anjo da tormenta
Por trás, os raios da dúbia luz
Apontam a via que o presente inventa
"Quem vem de lá de onde finda o mundo
Tomando o vento por veloz transporte?"
"Às tuas incertezas me apresento
Do futuro, sou previsão de alguma sorte
Se me crês, talvez vejas o horizonte
Pelo inverso, há de ter logo com a morte
Sem fé, não há vida que eu sustente
Com fé, os teus sonhos fortaleço
O amanhã, mesmo o sendo, desconheço
Sou sinal, só te aponto onde está o norte
Aos que crêem no bem eu favoreço
Vem a mim sem receio, sê forte!"
E dito isso, uma canção se fez ouvida
Na descida de cerros abençoados
Trezentos e sessenta e seis anjos contados
Anunciando que o caminho é só de ida
O PRIMEIRO DE UM ANO
Nos azulados olhos do anjo da tormenta
Por trás, os raios da dúbia luz
Apontam a via que o presente inventa
"Quem vem de lá de onde finda o mundo
Tomando o vento por veloz transporte?"
"Às tuas incertezas me apresento
Do futuro, sou previsão de alguma sorte
Se me crês, talvez vejas o horizonte
Pelo inverso, há de ter logo com a morte
Sem fé, não há vida que eu sustente
Com fé, os teus sonhos fortaleço
O amanhã, mesmo o sendo, desconheço
Sou sinal, só te aponto onde está o norte
Aos que crêem no bem eu favoreço
Vem a mim sem receio, sê forte!"
E dito isso, uma canção se fez ouvida
Na descida de cerros abençoados
Trezentos e sessenta e seis anjos contados
Anunciando que o caminho é só de ida
domingo, 25 de dezembro de 2011
Poesia - Paz
Às vezes, encontramos poesia nos lugares mais improváveis, mas apenas se pudermos olhar bem - não só para o que há ao redor, mas para o que está na profundidade das nossas mentes....
PAZ
O vento aqui sopra com cheiro de chão
E seca o cabelo tomado de terra
O instinto percebe essa paz e não erra
Mirando meus olhos pra imensidão
O céu toca a relva no fim do horizonte
Distante, isolado de toda a gente
Passeando por matas, morros, vertentes
O encanto me torna de novo um infante
Afasto de mim as lembranças do medo
O temor do suor se tornou afeto
Aonde quer que eu ande, tomei por certo
Na natureza, da vida o segredo
O vento aqui sopra com cheiro de chão
E seca o cabelo tomado de terra
O instinto percebe essa paz e não erra
Mirando meus olhos pra imensidão
O céu toca a relva no fim do horizonte
Distante, isolado de toda a gente
Passeando por matas, morros, vertentes
O encanto me torna de novo um infante
Afasto de mim as lembranças do medo
O temor do suor se tornou afeto
Aonde quer que eu ande, tomei por certo
Na natureza, da vida o segredo
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Conto - Os Aleatórios (Ato 2, Parte 2)
Preparem-se para momentos de revelação. A tensão agora vai crescer nessa saga...
Taí o link:
Os Aleatórios - Nona Edição
Abraços a todos!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Conto - Os Aleatórios (Ato 2, Parte 1)
Talvez, este novo episódio de "Os Aleatórios" não tenha sido bastante anunciado, nem bastante aguardado, mas foi com certeza bastante demorado! Enfim, ele chegou:
Os Aleatórios- Oitava Edição
Comentem, votem nas Reações, chamem-me de herege, mas "não me deixem só"!! :D hehehehe
(Editado): Fiz uma 'atualização' do texto, para corrigir alguns pequenos erros de digitação/gramática/ortografia.
Os Aleatórios- Oitava Edição
Comentem, votem nas Reações, chamem-me de herege, mas "não me deixem só"!! :D hehehehe
(Editado): Fiz uma 'atualização' do texto, para corrigir alguns pequenos erros de digitação/gramática/ortografia.
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