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domingo, 2 de abril de 2017

Conto - Anhangá - O Renascer do Espírito da Fúria

Em 2012, eu imaginei um personagem que pudesse mesclar os conceitos dos super-heróis estadunidenses e o horror fantástico da mitologia nacional. Na época, ousei sonhar com a criação de uma história em quadrinhos, provavelmente na forma de um fanzine ou algo nesse sentido, físico ou digital.

Infelizmente, convidei um parceiro que não se interessou pelo projeto e aquilo me desanimou, lançando o script original na "gaveta" de meu HD.

O tempo passou. As redes sociais me apresentaram recentemente projetos de outros brasileiros ousados, que pensam em transformar as velhas lendas do folclore brasileiro em novas histórias de aventura, terror ou mistério. Daí pensei: "Ei, por que não pegar essa onda? Tomar carona da coragem de outros escritores e reinventar o meu projeto?"

O resultado é o que trago hoje:

Anhangá - O Renascer do Espírito da Fúria

Leiam, comentem, votem nas reações! E até a próxima, que pode ser uma continuação, se houver interesse... ;)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O Conto do Viajante

Estive muito tempo afastado deste blog... nem sei explicar as razões. Podem ter sido mais do que eu tenho conhecimento, ou menos do que o plenamente justificável... enfim.

Trago hoje uma obra que me deu muito prazer escrever, pois consolida meu entendimento sobre as variações de estilos narrativos com os quais consigo trabalhar. Além disso, realiza meu sonho de escrever algo dentro do gênero da Ficção Científica, ainda que não tão "científica" quanto eu apreciaria.

Deixo para os leitores que julguem, espero que com carinho...

O Conto do Viajante (baixe nesse link) é o primeiro de uma certa quantidade de contos que posso vir a escrever sobre o Dueverso, uma realidade paralela onde aventuras espaciais são rotina. Torço para que gere novos frutos tão logo seja possível.

Comentem, compartilhem, deem opinião, galera!

EDIT - 16/07/2018: O amigo Eric  M. Souza me alertou sobre o nome que, anteriormente, eu estava utilizando para o universo de histórias que iniciei com esse conto. "Duniverse" é como os fãs da saga "Duna" se referem ao universo dos livros e filme que compõem a saga. Se vertido para o português, ficaria "Duniverso", o que, inconvenientemente, faria parecer que eu, que nem sabia disso, estava imitando o termo. Nunca li ou assisti Duna (mas pretendo corrigir isso, algum dia). Ainda assim, para evitar confusões futuras ou referência cruzada equivocada, eis que agora adoto o termo "Dueverso". O google não achou nada parecido.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Poesia - As alternativas

As alternativas

Lançar um poema ao vento
Pra que carregue pro mar
Que se perca no tempo
e nunca possa voltar

Lançar versos ao fogo
Pra que ninguém possa ler
Que não se saiba de mim
Pelo que outros vão dizer

Deixar rimas sob a terra
Onde descansam em paz
Poetas, loucos, amantes
Por tudo o que amar nos faz

domingo, 13 de julho de 2014

Poesias - Escuro Infinito & Sentido Vago

 Escuro Infinito

No mais escuro dia
Onde você não existia
Não havia luz brilhante
Pra me lembrar que houve um dia

Sorrindo como um palhaço
Escondendo meu cansaço
Caminhei pelo asfalto contando cada passo
Feito um zumbi perdendo pedaço a pedaço
Tornando mais longo o caminho pra me fazer de aço

Cheguei ao ciclo do infinito
Sem emitir um grito
Mas por olhar pra trás me vi aflito
E deixei cair o que se fez um mito

Misturei memórias
Confundi histórias
Fingi que havia medalhas de glórias

Sentido Vago

Eu sinto à volta uma casa abandonada
Assombrada por silenciosos fantasmas
Mesmo eles me deixam só
Quando mais quero seu gélido contato

Eu sinto um sonho que não me abandona
Que me alucina em sua repetição
Mas não pode mudar essa ilusão
De respirar, de tentar, de falhar

Eu sinto o olhar como o de um dragão
E o fogo se consome em seu rancor
Mas eu não quero seu tesouro
E já lhe mostrei meu coração
Pra que me poupasse a dor

Eu ouço a esperança me dizer adeus
E me conta o que não quero saber
E insiste em que devo esquecer
E me larga nos braços de Deus
Onde me resta o torpor

Eu vejo a luz dos cometas
Tão distantes de meu chão
E sei que não posso, simplesmente
Implorar-lhes que me deem razão
Ou que me emprestem amor
 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Poesias - Sounds like poetry & Fim de carnaval

Sounds like poetry

What is it I need
Like a mouth to feed?
An animal, one breed
A mind!

Buried dreams of past
Found the truth at last
Burn out in this blast
The fact!


-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.+++-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Fim de carnaval

A minha escola de samba
Passou sozinha no asfalto
Sem nenhuma alegoria
Ainda assim sonhou alto

Escondeu a bateria
Em brumas de noite fria
Pra não se ouvir o tambor
Que no silêncio morria

E se perdeu a passista
Chorava a porta-bandeira
De tristeza assaz ligeira
E assim cantou samba-enredo

Deixou o lugar mais cedo
Pra inspirar serenata
Sobre uma dor que não mata
Tampouco some de vista

domingo, 9 de junho de 2013

Vários - O homem e seus sentimentos: motivos racionais para ter fé.

Essa nova postagem é uma continuação das minhas conjecturas a respeito do que a ciência tem a nos dizer - e o que não consegue nos dizer - a respeito do que o homem é e do que sente. Seria uma nova análise do tema da postagem anterior, sobre a divindade, e dos comentários daquela postagem.

Como o texto ficou bem longo (de novo), resolvi dar-lhe forma de texto compartilhado, não colocar diretamente aqui no Blog. Obrigado a todos os que lerem. Estou aberto a comentários, desde que educados. Se eu estiver equivocado em alguma coisa, poderei aprender com quem comentar; se estiver certo, e isso puder comover alguém, já terei praticado minha "boa ação do dia".


Leia o texto aqui!

Abraços!

sábado, 1 de junho de 2013

Música - A neblina

Mais uma composição que poderia ficar interessante como um rock, a lá Legião Urbana ou Os Paralamas do Sucesso, se eu tivesse conseguido aprender a tocar violão... alguém se candidata a musicá-la? :)

A NEBLINA

Debaixo da neblina
A chuva de seus olhos
Não vejo o porquê de estar

Andando na calçada
Sem mais pensar em nada
Diante de você, o mar

Eu sei
Por tudo o que você sente eu passei

Não vá
Não siga este caminho sem tentar
Mudar essa maneira de pensar
Criar a tempestade
Não faz esta cidade
Tornar-se, de repente, outro lugar